Prefeito de Ribamar , Dr. Julinho, protela nomeação de professores seletivados ; permanece com escolas fechadas

Na última quinta-feira (16), foi postado no Diário Oficial do município de São José de Ribamar medidas que visam impedir a proliferação do coronavírus na cidade. No artigo 2 da edição diz que “ficam suspensas, no período de 16 a 30 de setembro de 2021, as aulas e demais atividades pedagógicas presenciais públicas pelo período estabelecido no caput deste artigo, exceto para o curso pré-vestibular mantido pela prefeitura municipal”.    

A decisão serviu de estopim para um grupo de professores, que trabalham e residem em São José de Ribamar, visto que no último sábado (18), foi emitida uma nota, com o objetivo de cobrar da prefeitura da cidade um posicionamento sobre o seletivo realizado pelo governo municipal, dado que tais profissionais estão aguardando serem chamados para ocupar seus cargos nas escolas.

No dia 17 de junho, conforme o edital número 001, foi aberto o processo seletivo para professores, realizado pela fundação Sousândrade em consonância com a Prefeitura de São José de Ribamar. O processo visava a contratação de docentes para as escolas municipais do segundo maior município da região metropolitana de São Luís.

Para participarem, os docentes interessados pagaram uma taxa no valor de R$ 100 reais e apresentaram copias de documentos necessários para a avaliação em uma chamada prova de títulos. O resultado após a fase recursal saiu no dia 17 de agosto, mas até hoje, mais de um mês depois, ainda não ocorreu a convocação para os professores aprovados, causando o descontentamento da classe.

Leia a nota na íntegra:

“Conforme o Processo Seletivo de Edital n° 001/17/06/2021, realizado pela Fundação Sousândrade em consonância com a Prefeitura de São José de Ribamar, no qual já foi homologado em diário oficial pela Prefeitura desde agosto, até o momento o Prefeito Dr. Julinho não deu nenhuma justificativa para os professores aprovados.

Vale lembrar que foi paga uma taxa de 100,00, onde não obtivemos nenhum retorno ou esclarecimentos sobre o assunto, nos levando a crer que fomos lesados. Gostaríamos de uma resposta plausível da Prefeitura de São José de Ribamar.”

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